A Rede de Cooperação de Cidades na Rota da Prata é uma Associação voluntária constituída por cidades situadas na denominada Rota da Prata, correspondendo neste caso com o traçado da Estrada Nacional N-630 Gijón - Sevilha, para uma actuação conjunta em defensa e para a promoção dos seus recursos turísticos, históricos, culturais e económicos.

A Associação tem personalidade jurídica plena e pública e está aberta à incorporação de novos membros.

A Rede de Cooperação de Cidades na Rota da Prata criou-se em Abril de 1997, com a assinatura pelos presidentes das Câmaras de Gijón, León, Zamora, Salamanca, Cáceres e Sevilha, dos estatutos que a regem. 

Atualmente a Rede está formada pelas seguintes povoações, consoante as comunidades autónomas:

  • Principado de Asturias
    • Gijón
    • Llanera
    • Ribera de Arriba
    • Morcín
    • Riosa
    • Mieres
    • Aller
    • Lena
  • Castilla y León
    • La Pola de Gordón
    • León
    • La Bañeza
    • Benavente
    • Zamora
    • Guijuelo
    • Béjar
  • Extremadura
    • Baños de Montemayor
    • Hervás
    • Plasencia
    • Casar de Cáceres
    • Mérida
    • Los Santos de Maimona
    • Zafra
    • Calzadilla de los Barros
    • Fuente de Cantos
    • Montemolín
  • Andalucía
    • Sevilla
    • Carmona

Este itinerário passa por 4 regiões e 7 províncias num eixo norte-sul de 800 Km e mais de 120.000 km2, e tem criado fortes vínculos com o vizinho Portugal. Desde o seu início, a Rede tem levado a cabo importantes actuações relacionadas com a formação e capacitação, a promoção e a comercialização turísticas, o que tem contribuído a sensibilizar a população local relativamente ao potencial deste território e tem sido decisivo para divulgar entre o público espanhol e europeu os incomparáveis, e ainda não suficientemente conhecidos, recursos turísticos desta rota viageira.

A Rota Vía da Prata assenta num tradicional eixo de comunicação do oeste espanhol. Hoje em dia constitui um itinerário rico e variado, que conta com várias cidades classificadas Património da Humanidade e que representa um potencial cultural e turístico de primeira ordem na Península Ibérica e na União Europeia.